Toda multidão pede alguém que vá na frente e alguém para culpar. Uma reflexão sobre Pedro na fogueira, Barrabás, ídolos e o Autor da vida.
Um culto de domingo, um Fox preto na frente da garagem errada, um anúncio que mudou um tanto de coisa e um pouco de sereno.
Uma tripulação joga ao mar o corpo da capitã que chamavam de esperança. Conto sobre a calmaria que vem depois, e sobre navegar sem coordenadas.
O prólogo de Luzeiros no Fim do Mundo. Uma carta de um homem que não sabe mais em que ano está vivendo, endereçada a um menino que ainda não nasceu.
Um homem acorrentado num porão descobre que seu carrasco tem ideias abstratas, ou nem tanto, sobre arte. Conto de horror no universo de Payan.
O mundo é tão barulhento que orar se torna difícil. Um poema sobre ruído, refúgio e a coragem miúda de encontrar silêncio.