Uma tripulação joga ao mar o corpo da capitã que chamavam de esperança. Conto sobre a calmaria que vem depois, e sobre navegar sem coordenadas.
O prólogo de Luzeiros no Fim do Mundo. Uma carta de um homem que não sabe mais em que ano está vivendo, endereçada a um menino que ainda não nasceu.
Um homem acorrentado num porão descobre que seu carrasco tem ideias abstratas, ou nem tanto, sobre arte. Conto de horror no universo de Payan.
O mundo é tão barulhento que orar se torna difícil. Um poema sobre ruído, refúgio e a coragem miúda de encontrar silêncio.